Uzias, a soberba precede a ruína

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Uzias, também chamado de Azarias, teve o segundo mais longo reinado de Israel, 52 anos (2Rs 15.1; 2Cr 26.3). Depois dele só Manassés, com 55 anos de governo (2Rs 21.1; 2Cr 33.1). Se Uzias tivesse subido ao trono com a mesma idade de Manassés (12 anos invés de 16), seria dele o mais extenso reinado. 
Poucos reis de Judá foram tão empreendedores quanto Uzias. Acerca de Ezequias, por exemplo, a Bíblia diz que ele “fez o açude e o aqueduto, e trouxe água para dentro da cidade [de Jerusalém]” (2Rs 20.20). Contudo, nada comparado às realizações do rei Uzias. Ele foi um grande estrategista militar com muitas vitórias sobre os principais inimigos de Israel – os assírios, filisteus, arábios e meunitas (2Cr 26.2,6,7) – construindo cidades mesmo em território inimigo (2Cr 26.2,6). “Os amonitas deram presentes a Uzias, cujo renome se espalhara até a entrada do Egito, porque se tinha tornado em extremo forte” (2Cr 26.8). Fez de Jerusalém uma fortaleza com torres edificadas em pontos estratégicos das muralhas (cf. 2Cr 26.9).
Também edificou torres no deserto e cavou muitas cisternas, porque tinha muito gado, tanto nos vales como nas campinas; tinha lavradores e vinhateiros, nos montes e nos campos férteis, porque era amigo da agricultura (2Cr 26.10).
Debaixo das suas ordens, havia um exército guerreiro de trezentos e sete mil e quinhentos homens, que faziam a guerra com grande poder, para ajudar o rei contra os inimigos. Preparou-lhes Uzias, para todo o exército, escudos, lanças, capacetes, couraças e arcos e até fundas para atirar pedras (2Cr 26.13,14).
Fabricou em Jerusalém máquinas, de invenção de homens peritos, destinadas para as torres e cantos das muralhas, para atirarem flechas e grandes pedras; divulgou-se a sua fama até mesmo longe, porque foi maravilhosamente ajudado, até que se tornou forte (2Cr 26.15).
No entanto, nenhum homem que atribua a si mesmo o sucesso de seus feitos é verdadeiramente forte. O rei Uzias “se tinha tornado em extremo forte” (2Cr 26.8), “se tornou forte” (2Cr 26.15) porque Deus o fez prosperar em todo tempo em que ele, Uzias, fez o que era reto perante o Senhor e se propôs a buscá-lo com inteireza de coração (2Rs 15.3; 2Cr 26.4,5). Tristemente, no final dos seus cinquenta e poucos anos de reinado a soberba tomou conta do coração do rei. A Bíblia relata: Mas, havendo-se já fortalecido, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o SENHOR, seu Deus, porque entrou no templo doSENHOR para queimar incenso no altar do incenso (2Cr 26.16). Quando o ser humano se envaidece a tendência é cometer loucuras.
Uzias se achou no direito de entrar no templo de Deus a fim de supostamente queimar incenso ao Senhor. Digo “supostamente” porque o que o rei desejava de fato era se aparecer. Qualquer semelhança não é mera coincidência com os dias de hoje. Quantos vivem dizendo que fazem isso e aquilo para a glória do Senhor quando, na verdade, desejam é mesmo o louvor que pertence a Deus?! E olha que estou falando de gente bem menor que Uzias.
O rei Uzias cometeu transgressões contra o Senhor, praticando sacrilégio e profanando a Casa de Deus, ignorando completamente o que a Lei dizia. Adentrar no santuário para queimar incenso era competência do sumo sacerdote, conforme prescreveu o próprio Deus a Moisés (Êx 30.7,8; Nm 3.10). Porém o sacerdote Azarias entrou após ele, com oitenta sacerdotes do SENHOR, homens da maior firmeza; e resistiram ao rei Uzias e lhe disseram: A ti, Uzias, não compete queimar incenso perante oSENHOR, mas aos sacerdotes filhos de Arão, que são consagrados para este mister; sai do santuário, porque transgrediste; nem será isso para honra tua da parte do SENHOR Deus (2Cr 26.17,18).
Há de se destacar a postura de Azarias e dos oitenta sacerdotes do Senhor diante do rei. O escritor sagrado do livro das Crônicas observa que esses sacerdotes eram “homens da maior firmeza”, ou seja, firmes na doutrina e prática da Lei do Senhor, e na maneira como resistiram ao rei Uzias. Por sua transgressão Uzias perdeu o direito de ser chamado de rei pelos sacerdotes. Simplesmente o chamam de Uzias: “A ti, Uzias…”.
Os sacerdotes ainda procuraram trazê-lo à razão lembrando-lhe a quem pertencia tal ofício. Expulsaram o rei com um enfático: “sai do santuário, porque transgrediste…”. Então, Uzias se indignou; tinha o incensário na mão para queimar incenso; indignando-se ele, pois, contra os sacerdotes, a lepra lhe saiu na testa perante os sacerdotes, na Casa doSENHOR, junto ao altar do incenso. Então, o sumo sacerdote Azarias e todos os sacerdotes voltaram-se para ele, e eis que estava leproso na testa, e apressadamente o lançaram fora; até ele mesmo se deu pressa em sair, visto que o SENHOR o ferira (2Cr 26.19,20). Duas coisas chamam nossa atenção aqui: (1) Apesar da seriedade do que Uzias tinha feito, Deus não age antes que o rei fique “indignado”. A justa ira de Deus só irrompe contra a ira rebelde humana. (2) Deus não fica indiferente quando sua santidade é manipulada.
Os profetas Amós e Zacarias (o mesmo que é citado em 2Cr 26.5), falam de um grande terremoto ocorrido na época do rei Uzias (Am 1.1; Zc 14.5). Segundo o historiador Josefo, esse terremoto coincidiu com o ato de sacrilégio cometido por Uzias (Antiguidades IX,10.4).
Uzias, o rei que não deu glória a Deus por tudo de bom que o Senhor fez a ele e através dele, acabou sendo vítima de si mesmo. Ele ficou leproso até o dia de sua morte, numa casa separada, porque foi excluído da Casa do Senhor (2Rs 15.5; 2Cr 26.21). Além disso, a doença de Uzias em vida comprometeu o seu lugar de descanso na morte, pois foi sepultado não no sepulcro dos reis, e sim, no campo dos sepulcros que era dos reis, porque disseram: “Ele é leproso” (2Cr 26.23).
No ano da morte do rei Uzias o profeta Isaías viu o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono (Is 6.1). Eis ali, num alto e sublime trono, o Verdadeiro, o Maior de todos os reis.
Há um provérbio de Salomão que diz: “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda” (Pv 16.18). O apóstolo Paulo nos dá a receita de como nos livrar da soberba quando Deus nos faz prosperar: “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo” (1Co 15.10).
 
 
Por: Josivaldo Pereira
Fonte:
www.davarelohim.com.br


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Raabe, de prostituta a heroína da fé

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Enquanto os Israelitas se ajuntavam ao longo da margem leste do inundado e inchado Jordão, eles eram observados de perto pelo povo de Jericó, a apenas umas poucas centenas de metros da margem oeste do rio. Eles haviam ouvido como o Senhor dividira o Mar Vermelho para permitir aos Israelitas escaparem do exército Egípcio e como Ele os ajudara a derrotar totalmente os 2 Reis Amorreus do Jordão. Nas próprias palavras de Raabe, “O que ouvindo, desfaleceu o nosso coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o Senhor vosso Deus é Deus em cima nos céus e em baixo na terra” (Jos 2.11). Então o povo de Jericó ficou horrorizado quando o Deus de Israel parou o fluxo do caudaloso rio, permitindo que eles cruzassem em terra seca.
Quando Josué enviou 2 espias a Jericó eles encontraram seu caminho até a casa de Raabe e procuraram refúgio lá, o qual ela concedeu em troca de garantia de segurança para ela e sua família. Eles concordaram e disseram que, se marcasse sua casa com uma corda escarlate, ela e qualquer um dentro da casa com ela seriam poupados na batalha que viria (Jos 2.12-21). No dia da batalha a cidade foi capturada e todos dentro dela morreram, exceto Raabe e sua família. Ela havia reunido sua família em sua casa e marcado com a corda escarlate como haviam combinado. Antes de queimar a cidade, Josué fez os 2 espias irem à casa de Raabe e a trazerem com toda a sua família para fora, para habitarem entre os Israelitas (Jos 6.22-25). A propósito, você consegue imaginar isso? Sua casa foi construída no muro da cidade que, é claro, desabou com o brado do exército Israelita. De todo o maciço de pedras que protegia a cidade de Jericó, somente uma porção contendo a casa de Raabe foi deixada de pé. Que testemunha do poder de Deus, que “sabe livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados” (2 Ped 2.9). (Veja também 1 Tes 1.10)
Pela Graça Somos Salvos, Mediante a Fé
O nome Raabe significa orgulho, mas entre o povo de Jericó, todos os que conheciam o Deus de Israel, somente Raabe se humilhou diante dos 2 espias e O confessou como “Deus em cima nos Céus e embaixo na terra”. E, falando dos espias, e quanto a eles? Exceto por relatar que todo o povo de Jericó estava morto de medo, os espias trouxeram a Josué alguma informação que ajudou a desenvolver o plano de batalha? Não, o Senhor já havia determinado o plano de batalha e eles não contribuíram com nada para ele (Jos 6.2-5). Então qual era o seu propósito em Seu plano? Parece que eles eram realmente 2 testemunhas enviadas para ouvir a confissão de Raabe, salvá-la da destruição e dar-lhe um lugar entre o povo de Deus.
Daquele tempo em diante, Raabe habitou com os Israelitas. Ela se casou com um homem da tribo de Judá chamado Salmom e teve um filho a quem chamaram de Boaz. Boaz tomou uma esposa gentia de Moabe chamada Rute e tiveram um filho chamado Obede, que teve um filho chamado Jessé, que teve um filho chamado Davi, que se tornou Rei de Israel (Rute 4.13-22). E 26 gerações mais tarde, dois primos distantes, que eram ambos descendentes do Rei Davi (e portanto de Raabe e Salmom), se casaram e tornaram-se os pais terrenos do nosso Senhor Jesus. E assim, quando você ler a genealogia de Jesus em Mateus, encontrará Raabe listada lá (Mat 1.5).
Não É O Que Você Sabe, Mas Quem Você Conhece Que Importa
Todos em Jericó ouviram a respeito do Deus de Israel e todos exceto Raabe foram destruídos no dia da batalha. A fé de Raabe a salvou. Quando ela creu em seu coração que somente Um que é Deus em cima no Céu e embaixo na terra poderia ter feito as coisas de que ela ouvira falar, Ele fez de tudo para Se revelar a ela, enviando 2 testemunhas para testificar do Seu poder e amor. Imediatamente após confessar a Ele como Deus, ela foi marcada com um sinal que garantia a sua segurança (Ef 1.13-14), chamada dentre os outros de Jericó (Rom 8.29-30), escondida no dia da batalha (Isa 26.20-21 e Apo 3.10) e trazida viva para a família do Redentor (1 Tes 4.16-17). Exatamente como você e eu.

Por Jack Kelley  
Fonte: www.olharprofetico.com.br

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Zinri – O 5° rei de Israel

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Referência Bíblica
“No ano vigésimo sétimo de Asa, rei de Judá, reinou Zinri sete dias em Tirza; e o povo estava acampado contra Gibetom, que era dos filisteus. E o povo que estava acampado ouviu dizer: Zinri tem conspirado, e até matou o rei. Todo o Israel pois, no mesmo dia, no arraial, constituiu rei sobre Israel a Onri, capitão do exército. E subiu Onri, e todo o Israel com ele, de Gibetom, e cercaram a Tirza. E sucedeu que Zinri, vendo que a cidade era tomada, foi ao paço da casa do rei e queimou-a sobre si; e morreu.“ (1 Rs 16:15-18).

Conforme 1 Rs 16:15, Zinri começou a reinar no ano 27 de Asa, rei de Judá, e reinou apenas uma semana.
Pouco tempo de fato, mas o suficiente para eliminar todos os descendentes de sexo masculino de Baasa, começando por Elá, seu filho, e não só os descendentes, como também amigos e parentes, vindo assim a cumprir a profecia de Jeú contra Baasa. (1 Rs 16:3-4)

O povo, ouvindo que Zinri matara o rei e seus descendentes, constituiu Onri, comandante do exército de Israel, seu rei. Onri subiu então contra Tizra para buscar a vida do assassino do rei. Vendo-se cercado pelo exército de Onri, Zinri suicidou-se, colocando fogo na casa em que estava, vindo desta forma a morrer sete dias depois de assumir o trono de Israel.

Nos dias de Zinri, Asa reinava sobre Judá.

Fonte: www.cronologiadabiblia.wordpress.com

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Acaz, o rei que agiu mal

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Texto - 2Reis 16:1-20

INTRODUÇÃO
Acaz foi o décimo segundo rei de Judá, que reinou 4 anos junto com Jotão, seu pai e depois, sozinho, reinou mais 16 anos (736-716 a.C.). Teve uma oportunidade excelente para fazer o melhor para essa nação e para Deus, todavia, foi um dos piores reis de toda a história de Judá (2Cr 28). 
 
1. O perigo de mudarmos os moldes de Deus para o Culto Divino, Acaz teve o privilégio de chegar a rei de Judá. Tribo da qual descenderia Jesus. V. 1-2.

2. Acaz, forma abreviada de Jeoacaz, significando "Que Jeová se Apodere; Jeová se Apoderou". Segundo consta, seu nome era Jeoacaz que tem a ver com Jeová; a omissão do início que denota Jeová, foi devido a tanta abominação por ele praticada...


3. Ao invés de preservar os marcos, andou segundo aos reis corruptos de outras nações: Jeorão ( 8:18 ) Acazias ( 8:27 ) Joás (2Cr 24:18).

4. Chegou ao absurdo de queimar seu filho vivo em holocausto, ato abominável aos olhos do Senhor. Lv 18:21 - 2Cr 28:3 - Jr 19:5.

5. Entrou em aperto com as nações vizinhas V 5-6. Sentiu-se impotente...

6. Foi pedir socorro exatamente onde não devia, a Tiglate-Pileser, rei da Assíria, ao invés de restaurar o culto a Deus. V. 7.

7. Tiglate-Pileser o ajudaria, desde que todos os símbolos políticos e religiosos fosse mudados. V. 18.

8. Mesmo assim Deus fala com ele através de Is. 7:3-4 - Amós 9:7.

9. O pior, presenteou ao rei da Assíria com a prata e o ouro do Templo do Senhor e do palácio. V. 8-9. Agora Acaz vai a Damasco, encontrar-se com Tiglate-Pileser. Viu um altar... V. 10. Viu e agradou...

10. Arquitetou o altar pagão, passou a semelhança, o desenhou para o sacerdote.

11. Desprezou o Altar do Senhor. Formou altos por todo estado...

12. Cortou as cintas da base...

13. Pagou tributo a reis ímpios...


CONCLUSÃO
Todos os que receberam, em uma cidade, estado, em um país, ou no Templo, qualquer obra para fazer e as fizeram relaxadamente, seus nomes ficaram na história.

Davi, teve seu reinado marcado de sangue: 

  • perdeu a visão das coisas; 
  • permitiu que Jonadabe aninhasse com seus filhos; 
  • Estupro e incesto entre Amom e sua irmã Tamar;
  • Com isto Absalão assassina seu irmão Amom; 
  • Absalão entra em atrito com o pai ( Davi ) tenta tomar-lhe o lugar e morre na peleja.



Por Pr. Jorge Albertacci - pastorjorgealbertacci@yahoo.com.br
Fonte: www.pastorjorgealbertacci.blogspot.com.br

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Timóteo, um líder exemplar

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Falar em Timóteo, é querer conhecer aquele que é considerado o destinatário de duas Cartas Paulinas: 1 e 2 Carta a Timóteo. No endereço da primeira carta encontramos:
“1 Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, segundo o mandado de Deus, nosso Salvador, e de Cristo Jesus, esperança nossa.
2 a Timóteo, meu verdadeiro filho na fé: graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor”(1Tm 1,1-2)
 
Sua biografia pode ser conhecida a partir dos textos do Novo. Estas citações nos dão um bom conhecimento de Timóteo. Tentaremos montar uma biografia de Timóteo a partir de textos vindos dos livros do Novo Testamento, como resposta a pergunta que foi enviada:
1 – Atos 16,1: Timóteo filho de mãe Judia e pai grego.
“1 Chegou também a Derbe e Listra. E eis que estava ali certo discípulo por nome Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego;”(Atos 16,1)
 
O conhecimento Biblico de Timóteo veio pelo ensino da sua mãe Eunice e sua avó, Loide, que são conhecidas pela piedade e fé o que é um indicativo que tenham sido cristãs convertidas por Paulo. Paulo não poupou elogios a Timóteo por seu conhecimento das Escrituras.
2 - 2 Tm 1,1-2: Paulo o considerou como seu amado filho.
“1 Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, segundo a promessa da vida que está em Cristo Jesus,
2 a Timóteo, amado filho: Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus nosso Senhor.” (2 Tm 1,1-2)
 
Timóteo escolheu um ótimo guia espiritual. Paulo o considerava como um filho. Na adolescência conheceu o evangelho de Paulo e a este evangelho seguiu toda a vida. Timóteo escolheu a melhor parte. Paulo conhecia profundamente a religião judaica, estudou o judaísmo em Jerusalém na escola de Gamaliel, mas principalmente, era um apóstolo de Jesus Cristo. Paulo preparou a Timóteo para fazer uma grande obra, sendo conhecido como evangelista, mestre e pastor.
3 – Atos 16, 2, Morador de Listra e Icônio.
“2 do qual davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icônio. ” (Atos 16,2)
 
A reputação de Timóteo ultrapassava a sua cidade (Atos 16,2). Ele era estimado em Listra e também os moradores de Icônio reconheciam sua fé e davam bom testemunho dele.
 
4 - Atos 16:2-3 – Paulo leva consigo em suas viagens.
 “3 Paulo quis que este fosse com ele e, tomando-o, o circuncidou por causa dos judeus que estavam naqueles lugares; porque todos sabiam que seu pai era grego.” (Atos 16,2-3)
 
Ao retornar a Listra durante sua segunda viagem, Paulo ouviu falar do bom testemunho dos irmãos sobre Timóteo resolve levá-lo consigo para o trabalho da pregação do evangelho. (Atos 16,2-3). Timóteo torna-se missionário deixa sua cidade e segue Paulo (Atos 16,3). Companheiro de Paulo ele ajudou a anunciar o evangelho até os confins da terra.
5 - Timóteo enviado por Paulo a Corínto, Filipos e Tessalônica.
Paulo enviou Timóteo para a obra de evangelização em varias comunidades por ele organizada. Nestas Igrejas a evangelização deveria continuar. Assim aconteceu em Corinto (1 Coríntios 4,17); em Filipos (Filipenses 2,19) e em Tessalônica (1 Tessalonicenses 3,2).
6 - Timóteo atuou como líder da igreja em Éfeso (1 Timóteo 1,3). ajudou os anciãos na evangelização e na solidificação da fé.
7) Timóteo nunca esmoreceu em sua fé mantendo firme na confissão de Jesus Cristo mesmo na prisão (Hebreus 13,23).
Concluindo:A vida missionária de Timóteo é um exemplo para nós. Ele é um modelo que declara que aquele que é forte em sua fé pode ser usado nas mãos de Deus. Timóteo já na sua adolescência começou seu ministério de evangelização. Ele nos diz que não devemos deixar para amanhã esta tarefa. O tempo é hoje.

Por Odalberto Domingos Casonatto
Fontw: www.abiblia.org

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Eli, Sumo Sacerdote e Juiz de Israel

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I SAMUEL 1:3, 2:11-36 E 4:1-22

Eli foi um sacerdote e um dos juízes de Israel. Julgou Israel por 40 anos. Do que sabemos, foi um bom sacerdote e um bom juiz. Entretanto, possuía um problema que o levou à tristeza; tinha dois filhos que eram perversos, Hofni e Finéias. Não só eram cruéis e vulgares, como também corrompiam as pessoas de Israel no portão do tabernáculo e praticavam violência contra os sacrifícios que eram oferecidos a Deus. Eli os repreendeu, porém não os restringiu, então o julgamento do Senhor foi determinado contra a casa de Eli.

Isso foi parte do plano de Deus para Samuel. Deus sabia que destruiria a casa de Eli por causa do pecado e levantou Samuel para ser usado em seu lugar.

Deus enviou um profeta a Eli para dizer-lhe sobre o julgamento que estava por vir sobre sua casa e também revelou isso por meio de Samuel (I Samuel 3:11-13). Eli foi submisso ao Senhor, (I Samuel 3:17) então o ocasião para o julgamento foi estabelecido.

Naquele tempo, os filisteus eram poderosos inimigos de Israel. Certo dia, Israel saiu para uma batalha contra eles. Devido ao pecado de Israel, Deus concedeu a vitória aos filisteus. Trinta mil soldados de Israel morreram naquele dia, incluindo Hofni e Finéias, filhos de Eli. Essa notícia chegou-lhe através de um mensageiro. Eli tinha 98 anos. Estava ficando cego além de estar muito gordo também. Havia se sentado à beira da estrada, esperando novidades da guerra, pois temia que os filisteus pudessem tomar a arca de Deus. Chegaram notícias dizendo que seus filhos estavam mortos e que a arca de Deus havia sido levada. Quando ouviu a notícia sobre a arca, caiu de onde estava sentado e seu pescoço se quebrou e ele morte.

A esposa de Finéias, filho de Eli, estava grávida naquela época, e a criança preste a nascer. Quando ficou sabendo da morte de seu marido e de seu sogro, morreu no nascimento do bebê, a quem chamou Icabô, porque a arca havia sido levada e a glória de Deus afastada de Israel. A tolerância para o pecado pode ser tão devastadora quanto o próprio pecado.

Perguntas – ELI

1. Quais eram os dois empregos de Eli?
2. Quais eram os nomes de seus dois filhos?
3. Seus filhos eram homens tementes a Deus?
4. O que Eli fez a respeito da iniqüidade deles?
5. Deus avisou Eli sobre isso?
6. Hofni e Finéias forçavam os outros a praticar o pecado?
7. Quem foi o homem que tomou o lugar de Eli?
8. Deus revelou isso a Samuel?
9. Deus revelou isso a Eli?
10. Como Eli se sentiu a relação disso?
11. Quem eram os inimigos de Israel naquele tempo?
12. Como os filhos de Eli morreram?
13. Quantos soldados morreram com eles?
14. Um dos dois era casado? Qual?
15. O que levaram de Israel na batalha?
16. Quantos anos Elias tinha nessa época?
17. O que mais perturbou Eli, a morte de seus filhos ou a perda da arca?
18. O que aconteceu quando soube das notícias?
19. Que nome a mulher de Finéias deu a seu filho assim que ela morreu?
20. O que o nome significava e por que foi dado?


Autor: Pr Forrest Keener
Fonte: www.obreiroaprovado.com


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Elias, um profeta humilde e determinado

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Elias, cujo nome significa “Jeová é Deus” foi chamado por Deus para o ministério profético, em um dos piores períodos da história de Israel. Período este, marcado por crise, fome, miséria, corrupção e apostasia. Mas, em meio à crise moral, social e espiritual, Deus pôde contar com a coragem e a determinação de Elias, para ser seu porta-voz.


I – QUEM ERA ELIAS



  • O mais famoso e dramático dos profeta de Israel;
  • Foi contermporâneo de Acabe, Jezabel, Acazias, Obadias, Jeú e Aazael;
  • Predisse o início e o fim de uma seca de três anos e meio (I Rs 17.1; 18.44);
  • Fugiu da presença de Acabe e foi sustentado pelos corvos e por uma pobre viúva (I Rs 17.1-6; 8-16);
  • Foi usado por Deus para ressuscitar uma criança (I Rs 17.22);
  • Desafiou os profetas de Baal no Monte Carmelo (I Rs 18.22-45);
  • Ameaçado de morte, fugiu com medo de Jezabel e desejou a morte (I Rs 19.4);
  • Caminhou 40 dias 40 noites, após ser alimentado com pão e água, trazidos por um anjo (I Rs 19.8);
  • Ao chegar em Horebe, esconde-se em uma caverna, onde tem um encontro com Deus (I Rs 19.12);
  • Unge Elizeu como seu sucessor (I Rs 19.15,21);
  • Foi levado ao céu em um redemoinho (II Rs 2.11)
  • A história de Elias está registrada em I Rs 17.1 até II Rs 2.11.

II – CONTEXTO POLÍTICO E RELIGIOSO DO TEMPO DE ELIAS 

1. Era um período de sucessão de reis ímpios: Nos dias de Elias, Israel estava sendo governado por reis maus e idólatras. A Bíblia diz que Onri “… fez o que era mau aos olhos do Senhor; e fez pior do que todos quantos foram antes dele” (I Rs 16.25,26). Quando Onri morreu, em seu lugar reinou seu filho Acabe (I Rs 16.28), que teve a capacidade de fazer pior do que todos os reis que lhe antecederam. A Bíblia diz acerca de Acabe: E fez Acabe, filho de Onri, o que era mau aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele… (I Rs 16.30,31).

2. Era um período de idolatria: O rei Acabe destaca-se nas Escrituras como um rei idólatra, pois ele andou nos caminhos de Jeroboão (I Rs 16.31); serviu a Baal e o adorou (I Rs 16.31); conduzindo toda a nação à idolatria. Como se não bastasse, Acabe casou-se com Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; casamento este, jamais aprovado por Deus. Tudo isto fez Israel mergulhar no mais profundo paganismo, sem nenhuma pretenção de preservar o culto a Jeová, tornando-se uma nação idólatra e pagã, como as demais nações.

3. Era um período de crise: Quando Acabe, influenciado por sua esposa Jezabel, substituiu o culto à Jeová pela adoração à Baal (I Rs 16.31-33), Elias apareceu repentinamente perante o rei para anunciar a ausência de chuva e orvalho sobre a terra (I Rs 17.1). Como a chuva é um dos principais elementos de sustentação da natureza, a falta dela provocou seca, fome e miséria. As Escrituras dizem que “… a fome era extrema em Samaria” (I Rs 18.2). Isto fez com que Acabe se irasse ainda mais com Elias, pois achava que ele era o culpado daquela calamidade.

4. Era um período de inversão de valores: Em meio a crise e à miséria, o rei Acabe parece estar mais preocupado com os cavalos e as mulas do que com os súditos do seu reino; pois ele chama Obadias, e saem à procura de água para preservar a vida dos animais (I Rs 18.5,6). Possivelmente movido pelo desespero, o próprio Acabe sai à procura de água com Obadias, o que não era um fato comum, pois, como rei, ele podería apenas ordenar a seus servos que saíssem à procura de água.
 
5. Era um período de idolatria e perseguição aos profetas: Jezabel, esposa do rei Acabe, ocupa o lugar de esposa mais ímpia da Bíblia. Além de controlar o seu esposo (I Rs 21.25), ela levou a nação de Israel a adorar seus deuses (I Rs 18.19,20). Como se não bastasse, intentou matar a todos os profetas do Senhor (I Rs 18.4). Foi nessa ocasião que Obadias, um homem temente a Deus e servo do rei Acabe (possivelmente um mordomo ou camareiro do palácio), conseguiu esconder cem profetas do Senhor e os sustentou com pão e água, pondo em risco a sua própria vida, pois, caso fosse descoberto, tanto ele como os cem profetas, seriam mortos à mando de Jezabel.

6. Era um período de abuso de poder: No capítulo 21 de I Rs, está registrado que Acabe desejou adiquirir uma vinha que pertencia a Nabote. Como Nabote recusou-se vender a sua vinha para Acabe, Jezabel enviou cartas aos anciãos e aos nobres da cidade, com o selo do rei (como se estivesse sido escritas por ele), e mandou colocar duas falsas testemunhas contra Nabote, acusando-o de blasfêmia contra Deus e contra o rei, e, depois, o apedrejassem; fazendo com que seu marido possuisse a vinha que pertencia a Nabote (I Rs 21.1-16), numa demonstração de que, tanto Acabe como sua esposa Jezabel, eram capazes de fazer qualquer coisa para conseguir seus objetivos, até mesmo, mandar matar pessoas inocentes.
É em meio a essa crise social, moral e espiritual, Deus levanta o profeta Elias para combater o pecado, proclamar o juizo e chamar o povo ao arrependimento.

III – PRINCIPAIS VIRTUDES DO CARÁTER DE ELIAS
    São muitas as virtudes que as Escrituras registram sobre a vida deste destemido profeta:
1. Elias aprendeu a confiar em Deus: Profetizar no tempo de Elias não era uma tarefa fácil. Era colocar a sua própria vida em risco (I Rs 18.4). E Elias foi chamado para profetizar exatamente contra aqueles que tinham o poder nas mãos: o rei Acabe e sua ímpia esposa, Jezabel. Mas Elias não vacilou: Profetizou a falta de chuva e de orvalho (I Rs 17.1); combateu o pecado de Acabe, chamando-o de perturbador de Israel (I Rs 18.18); desafiou os profetas de Baal (I Rs 18.22-40) e predisse a morte do rei Acabe e de sua esposa Jezabel (I Rs 22.17-24). Somente uma confiança inabalável em Deus poderia levar um homem a profetizar naqueles dias. 

2. Elias aprendeu a depender de Deus: Ao contrário do que muita gente pensa, depender de Deus não é uma tarefa fácil. É preciso ter fé. A trajetória de Elias nos ensina isto: ora bebendo água de um ribeiro e se alimentando de pão e carne trazidos pelos corvos (I Rs 17.1-6); ora sendo sustentado por uma pobre viúva (I Rs 17.8-16); ora alimentando-se de pão e água trazidos por um anjo (I Rs 19.5-7). Com certeza, a confiança de Elias não estava depositada nos corvos, nem na viúva, nem mesmo no anjo, e sim, no Jeová Jireh, o Senhor que provê. 

3. Elias aprendeu a ter intimidade com Deus: O ministério de Elias não foi marcado apenas por profecias, mas também, por muitos milagres, tais como: multiplicação de azeite e farinha (I Rs 17.16); ressurreição (I Rs 17.22); fogo no altar (I Rs 18.16-46); morte dos soldados do rei Acazias (II Rs 1.9-14); divisão do rio Jordão (II Rs 2.8). Todos estes milagres demonstram claramente que Elias era um homem que vivia em íntima comunuhão com Deus. A maior prova disto é que, semelhante a Enoque, Deus o tomou para si (II Rs 2.11,12). 

4. Elias aprendeu a se fortalecer em Deus: Quando Elias foi ameaçado por Jezabel, após a morte dos profetas de Baal, perdeu o ânimo e desejou a morte (I Rs 19.4). Parecia o fim da jornada daquele destemido profeta. No entanto, Deus envia um anjo para lhe dar pão e água (I Rs 19.5-7). Com a força daquela comida, Elias caminhou quarenta dias e quarenta noites até chegar à Horebe (I Rs 19.8). Ao chegar em Horebe, ele esconde-se em uma caverna, onde tem um encontro com Deus, que lhe fala numa voz mansa e delicada (I Rs 19.12). Sua forças, então, são renovadas, fazendo com que ele saísse daquela caverna e executasse os propósitos divinos (I Rs 19.15-21). 

CONCLUSÃO
O ministério de Elias foi marcado por profecias, milagres, desafios e muitas experiências com Deus. Porém, o acontecimento mais notável na vida do profeta Elias não foi profetizar a falta de chuva, nem desafiar os profetas de Baal, nem ressuscitar o filho da viúva. Sem dúvidas, o fato mais notável foi quando lhe apareceram cavalos e carros de fogo e, em um redemoinho, ele foi levado ao céu (II Rs 2.11).

FONTE: www.ensinodominical.com.br 
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