Há duas personagens no Novo Testamento com o nome de Barsabás, um nome grego Bar sabas de origem aramaica e que significa filho de Sabas, ou nascido no Sábado:

l) - José Barsabás, que foi escolhido juntamente com Matias para um deles ser eleito para o lugar de Judas o traidor:
-Designaram dois: José, de apelido Barsabás, chamado justo, e Matias. (... ) Depois, tiraram à sorte, e a sorte caiu em Matias que foi incluído entre os doze Apóstolos. (At 1.23...).

2)- Judas Barsabás, que foi um dos dois eminentes e respeitados membros da primeira Assembleia Geral Cristã, o Concílio de Jerusalém, que se reuniu no ano 49 ou 50:
-Então os Apóstolos e os anciãos, de acordo com toda a Igreja, resolveram escolher alguns dentre eles e enviá-los a Antioquia com Paulo e Barnabé. Foram, Judas, chamado Barsabás, e Silas, homens respeitados entre os irmãos.(At l5.22). Eles eram portadores de uma carta que entregaram:

-Eles, então, depois de se despedirem, desceram a Antioquia e, reunindo a assembleia, entregaram a carta. Depois de a lerem, todos ficaram satisfeitos com o encorajamento que lhes trazia.

Judas e Silas, que também eram profetas, exortaram e fortaleceram os irmãos com um longo discurso(...) Silas, porém, resolveu ficar ali e Judas partiu sozinho para Jerusalém. (At 15.30).


Fonte: www.ourladyoffatimachurch.net
É comum encontrar profetas no Velho Testamento, ainda mais quando Israel era uma teocracia, governada por juízes que, em regra, também eram profetas do Senhor. Depois vieram os reis de Israel e Judá e lá estavam os profetas de Deus advertindo, consolando e proferindo as palavras de vitória ou derrota da parte de Deus.

No Novo Testamento não se encontra muitos profetas. Quando Jesus nasceu, Israel vinha de um silêncio profético de quatrocentos anos e estava dominada, subjugada ao Império Romano. Não havia mais reis e nem juízes, a Judeia era possessão de Roma e era governada pelos prepostos dos Césares.

O povo judeu estava esperando o seu Messias, prometido por Deus para libertação de Israel, mas as autoridades espirituais israelitas confundiram as bolas e esperaram por um novo libertador, que fosse resgatar Israel não dos seus pecados, mas do domínio romano, uma mistura dos melhores momentos de Davi e Moisés, porém as Escrituras apontavam para a vinda do Salvador, sem homens valentes como Davi e sem a missão de apresentar ao povo uma nova terra prometida.

Naqueles dias vivia em Jerusalém o último profeta de Israel, um homem humilde, justo, temente a Deus e que estava sempre no templo esperando para ver a consolação espiritual de Israel e cheio do Espírito Santo. Seu nome era Simeão.

Simeão já era bem idoso, mas o Espírito de Deus revelou a ele que ele não morreria sem antes ver o Cristo de Deus e Simeão creu e esperou na promessa. Um dia Simeão foi ao templo, como era seu costume, e viu quando Maria e José levaram o menino Jesus para cumprir a lei Mosaica. Na mesma hora o Espírito Santo revelou a Simeão quem era aquele menino trazido por seus pais para ser consagrado e Simeão tomou a criança em seus braços.

Foi uma cena de intensa emoção. Simeão tinha em seus braços o Cristo de Deus e viu Sua promessa ser cumprida diante de seus olhos, então Simeão foi tomado de grande alegria e profetizou.

A primeira coisa que Simeão fez foi agradecer a Deus, porque ele viu a promessa do Salvador se concretizar diante dele e ele pediu que o Senhor o despedisse em paz. Depois Simeão profetizou acerca do menino e disse: “Pois já os meus olhos viram a tua salvação, a qual tu preparaste perante a face de todos os povos; luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel.” (Lucas 2:30-32).

José e Maria ficaram maravilhados com as palavras de Simeão e ele os abençoou e disse a Maria: “Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado (e uma espada traspassará também a tua própria alma); para que se manifestem os pensamentos de muitos corações.” (Lucas 2:34-35).

Aí estava a profecia. Primeiro Simeão teve uma revelação divina de quem era aquele menino nos braços de sua mãe e depois profetizou a Seu respeito.

Aquele era o começo da dispensação da graça, do tempo em que a salvação se estendeu a todos os povos, línguas e nações. A partir do nascimento de Jesus e depois de Sua morte e ressurreição, a salvação dos pecados deixou de ser uma exclusividade do povo judeu e se transformou em luz para todo aquele que crer que Jesus é Deus, é Filho de Deus e que foi ressuscitado por Ele para viver para sempre na glória do Pai.

Existem muitos “Simeões” em nossos dias. São homens e mulheres justos, tementes a Deus, semeadores de Sua mensagem de salvação e que esperam a segunda vinda de Jesus a terra. Todos os “Simeões” de nossa era, assim como o Simeão do templo de Jerusalém, não passarão pela morte sem antes ver o Filho de Deus arrebatar Sua Igreja.

Todos os “Simeões” do nosso tempo são tidos como loucos, fanáticos, malucos beleza, porque creem que em breves dias seus olhos verão Jesus vindo sobre as nuvens com Poder e grande Glória. Nenhum de nossos “Simeões” fecharão os olhos sem ver cumprida a promessa de Deus.


Em breve dias, por mais louca que pareça esta afirmação, Jesus voltará para buscar a Sua Igreja e a isso se seguirá um tempo de tribulação e guerra, para juízo de todos aqueles que tiveram oportunidade de salvação, mas que preferiram desdenhar da promessa de Jesus. Ainda é tempo de salvação, mas não perca tempo, não se sabe nem o dia e nem a hora em que Jesus voltará.



Fonte: www.sombradoonipotente.blogspot.com.br
Pouca gente conhece a história de Ló, o texto bíblico mais conhecido de Ló é a destruição das cidades de Sodoma e Gomorra, mas a história deste personagem, pouco conhecido, é bem maior.

Quando Deus firmou Sua aliança com Abrão, ele saiu de sua terra, da casa de seu pai, da sua parentela e foi para uma terra desconhecida, mas que Deus prometeu que seria sua possessão e de sua descendência. Abrão (que mais tarde teria o nome mudado para Abraão) levou consigo tudo o que possuía, além de Sarai sua esposa e seu sobrinho Ló.

A narrativa bíblica diz que Abrão era um homem muito rico e Ló também era rico e quando deixaram Ur dos Caldeus, sua terra natal, ambos levaram consigo seus muitos bens materiais. Vale lembrar que naquele tempo a riqueza de uma pessoa era medida pelo gado, escravos, ouro e prata que possuía, não era como hoje que a riqueza se mede pelos imóveis, carros, iates, fazendas e empresas, por isso Abrão e Ló podiam levar com eles todos os seus bens.

Pois bem, eles chegaram às terras de Betel, depois de passar pelo Egito e habitaram ali, só teve um probleminha, a terra não tinha capacidade para alimentar os muitos rebanhos de Abrão e de Ló e houve conflito entre os pastores dos dois. A conclusão era lógica, Abrão e Ló não podiam mais habitar juntos.

Abrão chamou seu sobrinho Ló e pediu que ele escolhesse para onde queria ir, se Ló fosse para a direita, Abrão iria para a esquerda, ou o inverso.

A Bíblia diz que Ló levantou os olhos e viu toda a campina do Jordão, que era toda fértil, toda regada, como o “jardim do Senhor” e Ló escolheu para si as campinas do Jordão. Abrão foi no sentido oposto e habitou as terras de Canaã, que não eram tão belas quanto as campinas do Jordão, mas eram a terra prometida, a terra da aliança.

Ló tomou sua decisão pela aparência das terras, ele se decidiu pelo o que seus olhos viram, pela conveniência de habitar um jardim tão lindo quanto o jardim do Senhor, mas era só aparência, porque nas campinas do Jordão estavam as cidades Sodoma e Gomorra, famosas pelos pecados dos seus moradores e Ló armou suas tendas até Sodoma.

Uma decisão errada sempre traz consequências ruins, ainda mais se esta decisão não passou pela ponderação necessária, pelo critério da inteligência. As campinas do Jordão eram tão belas quanto perigosas, em função da proximidade das cidades pecaminosas e famosas por suas práticas.

Tem muita gente boa que age na vida do mesmo jeitinho desastrado de Ló, que julga pelas aparências, que não pede a Deus conselho, que se deslumbra facilmente com coisas, bens materiais ou posição social. Errado, porém comum. Na verdade é bem como diz o povo: “as aparências enganam” e como enganam. Eu até prefiro o outro ditado: “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.

A bela viola de Sodoma se mostrou a ruína de Ló. Primeiro, houve uma guerra entre os reis de Sodoma e Gomorra e vários reis que habitavam o vale de Sidim, que prevaleceram na batalha e tomaram todos os bens e mantimentos de Sodoma e Gomorra e tomaram Ló e todos os seus bens e fugiram. O cidadão achou que estava levando a maior vantagem em escolher as campinas do Jordão e acaba sequestrado. É assim mesmo, escolha errada, consequência ruim.

Pois é, mas um dos servos de Ló escapou e foi correndo contar para Abrão, aquele que ficou com o lado aparentemente pior da terra e ele tomou providencia imediata. Abrão reuniu trezentos e dezoito homens criados ou nascidos em sua casa, perseguiu os reis que haviam capturado Ló e a Bíblia diz: “E tornou a trazer todos os seus bens, e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e os seus bens, e também as mulheres, e o povo.” (Gênesis 14:16). Mais um ponto para Abrão (o primeiro foi deixar o sobrinho escolher para onde queria ir).

A vida de Ló era uma derrota total, ele fez uma escolha errada, aliás a segunda, a primeira foi perder a oportunidade de fazer também uma aliança com Deus, e a partir daí tudo deu errado em sua vida. Ele foi sequestrado numa guerra que não era dele e se não fosse Abrão, tinha perdido tudo o que tinha, inclusive a própria vida.

Um dia Deus resolveu destruir as cidades de Sodoma e Gomorra e avisou Abrão, que já se chamava Abraão. Deus sempre avisa Seus servos dos Seus planos e Abraão, que conhecia ao Senhor e sabia que Ele não coloca no mesmo saco pecado e pecador, perguntou a Deus: “Destruirás também o justo com o ímpio? Se porventura houver cinqüenta justos na cidade, destruirás também, e não pouparás o lugar por causa dos cinqüenta justos que estão dentro dela? Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio; que o justo seja como o ímpio, longe de ti. Não faria justiça o Juiz de toda a terra?”(Gênesis 18:23-25).

Claro que Deus disse que não destruiria as cidades se houvessem nelas cinquenta justos, mas não tinha tudo isso de gente boa em Sodoma e Gomorra, então a conversa se estendeu até o número de dez justos, quando Deus saiu da presença de Abraão e partiu em direção às cidades das campinas do Jordão.

Deus enviou dois anjos a Sodoma que encontraram com Ló na entrada da cidade. A missão dos anjos era tirar da cidade Ló e sua família, antes que a cidade fosse destruída. Só teve um probleminha, os homens de Sodoma era muito maus e resolveram abusar dos homens que haviam entrado na casa de Ló, sem saber que eram anjos e foi preciso os anjos estenderem as mãos e ferir os homens de cegueira para que não invadissem a casa de Ló. Um verdadeiro horror.

Pela manhã os anjos mandaram Ló, sua mulher e suas filhas saírem da cidade, mas como Ló demorou, os anjos os tomaram pelas mãos e os arrastaram para fora da cidade e disseram: “Escapa-te por tua vida; não olhes para trás de ti, e não pares em toda esta campina; escapa lá para o monte, para que não pereças.” (Gênesis 19:17). Ló escapou da morte pela segunda vez por ter escolhido as campinas do Jordão e desta vez perdeu tudo o que tinha, ficou pobre, saiu com sua família e deixou todos os seus bens.

Assim que saiu o sol, Deus destruiu Sodoma, Gomorra, todos os seus habitantes, a campina e até o que nascia da terra. A recomendação era não olhar para trás, mas a mulher de Ló, curiosa, deu uma espiadinha e virou uma estátua de sal. Curiosidade pode matar. Sobrou Ló e suas duas filhas.

Deus salvou Ló e sua família por amor a Abraão, veja: “E aconteceu que, destruindo Deus as cidades da campina, lembrou-se Deus de Abraão, e tirou a Ló do meio da destruição, derrubando aquelas cidades em que Ló habitara.”(Gênesis 19:29). Ló não foi salvo da destruição de Sodoma por causa dos seus “belos olhos”, a razão foi outra, Deus amava Abraão e sabia do amor dele por seu sobrinho Ló, por isso não destruiu Ló junto com a cidade que ele escolheu para morar.

A decisão errada de Ló teve como consequência a pobreza, ele era rico e perdeu tudo o que tinha quando Sodoma foi destruida. Foi salvo só com a roupa do corpo e ainda perdeu a mulher que resolveu dar uma espiadinha e virou estátua de sal.

Há uma grande diferença entre a vida de Abraão e a de Ló, Abraão tinha uma aliança com Deus e acabou dando tudo certo em sua vida, já Ló não fez nenhuma aliança com Deus, era apenas um acompanhante de Abrão e tudo deu errado na vida de Ló, de quem só aprendemos por contraste, o que não devemos fazer. Use sua inteligência e faça as escolhas certas, coloque Deus no meio dos seus negócios, de sua família, de sua vida e Ele lhe dará conselho sobre o que escolher.



Fonte: www.sombradoonipotente.blogspot.com.br
Dalila, do hebraico "Dalila" que significa "tentadora", surge na Bíblia como uma das mulheres de Sansão, uma das figuras bíblicas de maior relevo. 
Dalila era filisteia, natural do vale de Sorec no Norte da Filisteia. Tendo aceite um suborno dos príncipes filisteus para que descobrisse o segredo da força de Sansão, por três vezes este lhe deu informações falsas. 

Mas à quarta vez conseguiu convencê-lo a revelar-lhe o seu segredo: se o seu cabelo fosse cortado, perderia toda a sua força. Dalila mandou então um homem cortar o cabelo a Sansão enquanto este dormia, entregando-o de seguida aos filisteus. 
Após este episódio Dalila não é mais mencionada nos textos bíblicos, ficando assim na história como a mulher que traiu o herói israelita Sansão.




Fonte: www.knoow.net
Agar era uma serva egípcia de Sara, mulher de Abraão, e que foi dada pela mesma para gerar um filho de Abraão afim de cumprir a promessa de Deus, já que Sara era estéril.
Na verdade Sara quis dar uma ajudinha para Deus, na sua pequenina fé e deu a maior confusão e aí quem acabou levando a pior foi  Agar, que acabou entrando  nesta história.
Pois é, Agar, em obediente a sua senhora fez como o mandado e gerou um filho o qual se chamou Ismael, cujo nome significa "Deus ouve".

Esta história emocionante encontra-se no livro de Gênesis entre os capítulos 16 a 21. Mas, o que eu quero chamar à atenção não é propriamente ao começo desta história, mas sim ao desfecho dela. 
Agar sofreu muitas humilhações pelo ciúmes de Sara, por duas vezes foi mandada embora, mas, em nenhuma das vezes abandonou seu filho.

Da primeira vez, saiu ela sem rumo, grávida, mas foi achada junto a fonte de águas pelo Anjo do Senhor que lhe fez uma promessa e a fez retornar.
Da segunda vez, com o filho já crescido, foi ela novamente humilhada e mandada embora e, sem rumo, partiu pelo deserto com seu filho, e dessa vez, no auge do seu desespero, já sem água para beber, afastou-se dele, por não querer vê-lo morrer.

Só quem tem um filho pode imaginar a dor dessa mãe, o sofrimento dela vendo seu filho prestes a morrer e sem poder fazer absolutamente nada.

Então Agar, longe senta-se sem forças e chora, e seu choro foi de desespero, ela levantou a sua voz angustiada a esperar a morte.
Mas aí, algo acontece! Não foi só Agar quem sofreu alí. Naquele cenário estava seu filho, ele já não era mais criança, ele entendia tudo o que estava acontecendo, ele também se sentiu rejeitado e humilhado pelo pai, ele também sentiu a morte de perto e ele também chorou.

E a Bíblia diz que, nesse momento apareceu o Anjo do Senhor e disse a Agar que Deus havia ouvido o choro do menino, veja bem, Deus ouviu o choro de Ismael.

Deus ouviu aquela mãe e aquele filho em meio ao deserto do desespero, e Deus continua a ouvir.
Quantas mães e quantos pais choram hoje por seus filhos que estão prestes a morrer envolvidos com tantas coisas que podem levá-los a morte. Quantos filhos choram também por ver que estão caminhando para a morte mas não tem forças para abandonar o erro. Mas Deus ouve!

Assim como Deus ouviu o choro de Agar e de Ismael ele ouve o choro daquele que desesperado espera por um socorro.
Não importa sua situação no momento, clame a Deus e espere Nele, pois Ele cumprirá todas as promessas na tua vida e na tua família. No meio do deserto não há onde correr nem a quem buscar, mas Deus  vê e ouve e mais  do que isso, Ele faz!

O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã!
Que Deus te conceda a vitória em nome de Jesus.




Fonte: www.adoracaosemlimitesmariangela.blogspot.com.br
Sansão foi um homem fruto de um milagre de esterilidade. Sua mãe não poderia ter filhos, mas um dia um Anjo do Senhor apareceu a ela dizendo que seria mãe de um menino consagrado a Ele, mas que teria que se consagrar para que ele realmente fosse um homem separado a Deus desde o ventre (Juízes 13:2-5).

Como toda mulher, ela ficou eufórica para contar a seu marido, chamado Manoá. Porém, ele não acreditou em todos aqueles detalhes de consagração que disse sua esposa e pediu que isso fosse confirmado novamente por um Anjo do Senhor (Juízes 13:6-8).

E foi o que aconteceu. O mesmo anjo apareceu a ela no campo, que correu para chamá-lo e ouvir as confirmações. Porém ele não percebeu que aquele que falara era Anjo da parte de Deus e o ofereceu um cabrito. Manoá somente percebeu que não se tratava de um homem natural quando queimou o cabrito como oferta e ele e sua esposa o viram subir para o céu em meio à fumaça (Juízes 13:9-23).

Um homem cheio de dúvidas

Pode-se dizer que Manoá era um homem desconfiado e cheio de dúvidas. Ao ouvir o que o Anjo prometera à sua esposa, ele duvidou e orou pedindo para que acontecesse de novo e assim tivesse certeza do milagre prometido.

Quantas vezes, mesmo recebendo a promessa de um grande milagre, algo impossível aos olhos humanos, duvidamos da promessa? E mesmo quando o sinal do milagre acontece, ainda pedimos mais sinais para Deus?

Temos que aprender a acreditar nos sinais que Deus nos manda. Ele fala conosco de todas as maneiras, quando e onde quiser. Temos que ficar atentos e agradecer por cada resposta dada no momento certo.

Não duvidemos do que Deus pode realizar!



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