Perez e Zerá – Um Marcado e o Outro Escolhido

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O capítulo 38 de Gênesis faz uma abrupta interrupção na história de José. Uma história que vai se estender até ao capítulo 50 de Gênesis e que se tornou uma história clássica, famosa e cheias de preciosas lições para a Igreja em todos os tempos.
Nos capítulos 37 a 50 do livro de Gênesis surge um dos grandes heróis da fé.
De repente, um parêntese se abre para contar uma parte da biografia de Judá. Esta biografia não é construída com aspectos positivos, como a biografia dos grandes heróis da fé.
* Primeiro, encontramos um Judá, no capítulo anterior, participando da trama maligna de dar um fim à vida de José, jogando-o na cova e depois vendendo-o como escravo aos midianitas que o levariam ao Egito;
* Depois vimos Judá quebrando uma tradição recebida como orientação divina, a de não se casar com mulheres cananéias, ou cananitas. Judá casa-se com uma mulher cujo nome era Sua, filha de um cananeu;
* Em seguida, vimos que a geração de Judá era uma geração má. Seu filho mais velho casa-se com Tamar e comporta-se tão vergonhosamente em relação ao seu casamento que a Bíblia não diz, apenas, que ele morreu, porém, diz que o Senhor o matou - Gn 38:7  ;
* Seu segundo filho, recusa-se a cumprir com os deveres do levirato. O levirato era o costume que o povo de Israel tinha que obrigava um homem a casar-se com a viúva de seu irmão quando este não deixava descendência masculina, sendo que o filho deste casamento é considerado descendente do morto.
* A falta de aceitação do projeto divino para a família dos descendentes de Abraão, fez com que Deus se irasse contra ele, pelo que também a este Deus matou - Gn 38:10  ;
* Na sequência Judá comete mais uma falha quando deixa de cumprir a promessa que havia feito à Tamar de que quando o seu terceiro filho tornasse homem, este lhe seria dado em casamento, para que pudesse suscitar descendência aos seus dois irmãos;
* Para piorar, Judá teve uma única filha mulher, além de seus três filhos. Esta filha veio a falecer;
* O próximo ato de Judá que mancha sua reputação como bisneto de Abraão foi o fato de ele ter se utilizado dos serviços de uma prostituta para satisfazer a seus impulsos sexuais;
* Só que a prostituta era a sua nora, que decidira vingar-se do sogro pela falta de cumprimento da sua palavra;
* A sua nora engravidou e ele a teve por adúltera. Ou seja, mesmo depois de vários anos de viuvez, ele ainda exigia dela fidelidade aos filhos mortos e que permanecesse esperando pelo filho que ele não pretendia dar a ela em casamento;
* Judá profere sentença de morte contra sua nora... Neste momento sua máscara é tirada e ele sinicamente anula contra ela a sentença, considerando-a como vítima de seus desvios comportamentais;
* Tamar, agora, grávida, teria um filho, que conforme a tradição daqueles povos teria que receber o direito da primogenitura de Judá, uma vez que seu filho primogênito havia falecido sem deixar descendente;
* Só que a situação se complica porque Tamar estava grávida de gêmeos e, apenas um dos gêmeos poderia herdar o direito da primogenitura;
SOBRE O DIREITO DA PRIMOGENITURA
·       Primogenitura é a tradição comum de herança de toda a riqueza, estado ou função dos pais pelo primeiro filho; ou, na falta de uma criança, por parentes próximos, de forma a manter o status da linhagem familiar.
·       Ao filho primogênito cabiam os direitos de primogenitura, como dupla herança, ou seja, o primogênito recebia 50% da herança do seu pai;
·       Recebia ainda, a supremacia entre os irmãos e a chefia da família. Ou seja, o primogênito tinha o direito de ser o próximo patriarca da família;
·       Era o primogênito quem tinha o direito de ter o seu nome na genealogia dos seus ancestrais;
·       A mãe e os demais membros da família lhe deviam obediência e respeito;
·       No antigo Código de Manu, no 9º livro, Art. 522, diz que: “Mas, o mais velho, quando ele é eminentemente virtuoso, pode tomar posse do patrimônio em sua totalidade; e os outros irmãos devem viver em sua tutela, como viviam sob a do pai”;
·       Esta supremacia do primogênito para com os seus irmãos está bem explícita na bênção que Isaque ministrou sobre Jacó, no dia em que este tomou a primogenitura de seu irmão Esaú:
Ø  Gênesis 27:29 – Sê senhor de seus irmãos, e os filhos de tua mãe se curvem a ti.
  SOBRE OS GÊMEOS DE TAMAR
·       Voltando à história, havia gêmeos no ventre de Tamar. E a preocupação da família era identificar o que nascesse primeiro, porque este herdaria o direito da primogenitura de Judá;
·       A parteira foi orientada a fazer essa identificação;
·       Mas, no momento do parto aconteceu um episódio inesperado, um incidente. Um dos bebês colocou a mão para fora... Imediatamente a parteira tratou de amarrar uma fita vermelha no braço dele para que não houvesse depois nenhuma dúvida que aquele teria sido o primeiro a sair e por isso seria o primogênito;
·       Mas, súbita e repentinamente ele recolhe o braço e minutos depois o primeiro bebê a sair não foi o que tinha a fita amarrada ao braço;
·       Uma reviravolta aconteceu dentro do útero de Tamar e o menino que havia colocado o braço para frente teve sua posição invertida e o seu irmão nasceu primeiro, provocando uma ruptura perineal em sua mãe;
·       A posição ideal para uma criança nascer é de cabeça para baixo. Na posição em que o menino estava ele não conseguiria sair. Ele estava atravessado, tanto é que seu bracinho saiu primeiro, indicando que ele não estava na posição correta;
·       Quando ele mexeu-se procurando a posição adequada, seu irmão, que estava na posição correta saiu primeiro;
·       Deram a esse menino, que nasceu primeiro, o nome de Perez; E ao outro, o que tinha a fita vermelha no braço, o nome de Zerá;
·       Diante do estrago que esse incidente provocou na mãe, deram ao menino que saiu primeiro um nome carregado de uma marca negativa. Disseram: Como tu tens rompido, sobre ti é a rotura – Por isso se chamarás Perez. É como se dissessem, você é culpado da dor que sua mãe sente, por causa do seu atrevimento.
·       PEREZ – foi criticado, e condenado a carregar a culpa pela intrepidez, pela esperteza, pelo seu atrevimento;
·       ZERÁ foi marcado pela parteira para receber a bênção da primogenitura, mas, ela recaiu sobre PEREZ;
QUAL É A MENSAGEM QUE EXTRAÍMOS DESTA FATÍDICA HISTÓRIA?
·       Primeiro - A Deus interessava que essa história fosse narrada, porque Judá foi o escolhido por Deus, apesar de todas as suas falhas, para ser o patriarca, de onde nasceria futuramente o Messias, o Senhor Jesus, o Salvador do mundo;
·       Lá na genealogia de Jesus, registrada em Mateus e em Lucas, apareceria o nome do filho de Judá que entraria na linha sucessória, até que chegasse a Cristo;
·       E, qual é o nome que apareceu na genealogia de Jesus? Não foi o nome do menino da fita vermelha no braço, foi o nome de Perez;
Ø  Mateus 1:1-3 - LIVRO da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. Abraão gerou a Isaque; e Isaque gerou a Jacó; e Jacó gerou a Judá e a seus irmãos; E Judá gerou, de Tamar, a Perez e a Zerá; e Perez gerou a Esrom; e Esrom gerou a Arão;
·       Com isto nos vimos O TRIUNFO DA GRAÇA SOBRE O PECADO;
·    Como disse o Pastor John Pipper, "A vida dos santos não é uma linha reta para a glória, mas eles chegam lá."
                                                                                  
·       Segundo - O que isso tem a ver com a igreja hoje? - Hoje somos a “igreja dos primogênitos”
Ø   Hebreus 12:22,23 -  Mas chegastes ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos; À universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus...
·       Nós fazemos parte da “igreja dos primogênitos” - Nossa primogenitura também é composta de três elementos: A porção dobrada de Cristo, o sacerdócio e a realeza. Somos o povo escolhido; somos herdeiros da promessa; Não temos uma fitinha vermelha, a fita do senhor do bom fim; temos a marca da promessa;
                                                                               
·       Em Terceiro lugar - Porque Deus queria nos transmitir uma preciosa lição: A de que o homem pode escolher a dedo alguém que ele quer promover;
·       O homem pode dar uma sentença sobre alguém que ele julga merecedor e mais capaz;
·       Samuel se encantou com Eliabe, Abinadade e Samá, os três filhos mais velhos de Jessé. Eles tinham pinta de rei, tamanho de rei, cara de rei...
Ø  Em Atos 13:22 - Levantou-lhes como rei a Davi, ao qual também deu testemunho, e disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade.
·       O homem pode amarrar no braço de alguém uma fita vermelha e dizer é esse que vai herdar o trono; é esse que vai herdar o meu ministério; é esse quem vai me substituir como pastor presidente; é esse que vai ser aplaudido;
·       Mas, Zerá pode até colocar o braço pra fora; Zerá pode até ser consagrado primeiro; Zerá pode até gravar um disco primeiro; Zerá pode ser marcado pela parteira...
·       Mas, quem vai herdar a primogenitura é Perez;
·       Zerá é escolhido pelo homem; Perez é o escolhido por Deus;
                                                                                                            
Em Cristo, Sandoval Juliano 20 de setembro de 2013.
Fonte: www.sandovaljuliano.com.br

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RAINHA DE SABÁ - A QUE PROCUROU A SABEDORIA

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I.              QUEM ERA ESTA RAINHA? 
     1.    Seu nome não é mencionado na Bíblia. A história antiga a apresenta como sendo a rainha da Etiópia cujo nome era Bilquis. Em textos antigos já se soube que ela foi chamada pelos etíopes de Makeda e pelos romanos de Nicaula ou Nicolis(Flávio Josephus, Ant., vol. 2, LCL, p. 395). 
     2.Segundo a história ela foi a mãe do primeiro rei ou imperador da Etiópia, Menelik I, cujo pai, provavelmente, foi Salomão;
     3.    A cidade de Sabá era parte de uma região que ficava ao sul da Arábia, uma região que abrangia a Etiópia e o Iêmem e que se chamava Ma’rib, ou Dabra Makeda. Esta região era riquíssima em ouro e em especiarias. De lá se importava grande quantidade de perfumes valiosíssimos;
     4.    Sabá, hoje não mais existente, ficava a 1.800 quilômetros de distância de Jerusalém;
     5.    Sabe-se que naquela região haviam deuses bem diferentes dos conhecidos e que o principal deus de Sabá era Rimon, citado em 2Rs 5:18  .
II.            A QUE ATRAIU A RAINHA PARA JERUSALÉM? 
     1.    Sendo uma rainha imensamente rica, é de se esperar que fosse no mínimo vaidosa. Ao ouvir a fama de Salomão, não hesitou em empenhar esforços para conhecer de perto aquele que era, sem dúvida, o homem mais famoso do mundo;
          a.    No capítulo 10, versículo 1 diz que “ouvindo a rainha de Sabá a fama de Salomão, acerca do nome do Senhor...” Vejam que não foi a fama como político, como homem rico ou como um grande estadista. Foi a fama religiosa. Isto significa dizer que ela sentiu desejo de conhecer o Deus de Salomão e saber que religião importante era aquela.
          b.    Salomão não atraía o povo para si mesmo. Ele apenas representava, em sua prosperidade, o Deus de Israel;
          c.    Cada um de nós precisa se comportar de tal maneira que as pessoas queiram ser crentes como nós somos; Devemos inspirar nas pessoas o desejo de conhecerem este maravilhoso Deus.
          d.    Abraão chegou em uma região como peregrino. Com pouco tempo ali estabelecido ele foi reconhecido pelos habitantes daquele lugar como “Príncipe de Deus em nosso meio” - Gn 23:6  .
     2. No texto histórico dos etíopes, conhecido como Kebra Negast, diz que ao retornar para sua cidade, a Rainha de Sabá proferiu as seguintes palavras: "de agora em diante não adorarei o sol, mas sim, adorarei o criador do sol, o Deus de Israel".
     3. No Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, há uma referência à conversão da Rainha de Sabá, quando ela expressa as seguintes palavras: "Ela disse: Ó senhor meu, em verdade fui iníqua; agora, me consagro, com Salomão, a Deus, o Senhor do Universo!". (An-Naml 27:44).
                                                                                                                              
III.           O QUE A RAINHA DE SABÁ FEZ AO CHEGAR EM JERUSALÉM? 
     1.    Provou a Salomão com enigmas – 1Rs 10:1  ;
     2.    Fez uma consulta espiritual, pois, certamente, como pessoa, era cheia de problemas que seu deus não podia resolver – 1Rs 10.2,3;
     3.    Deu ao rei Salomão caríssimos presentes como reconhecimento da bênção de Deus sobre ele e o seu povo – 1Rs 10.9,10;
          a.    Deus moveu o coração de todos os reis e rainhas da época para investirem na construção do templo e na prosperidade da cidade de Jerusalém - 1Rs 4:34  ; 1Rs 10:14  , 15 ;
          b.    A Bíblia diz que a bênção de Deus atrai a prosperidade - Pv 10:22  ;
          c.    O Homem fiel abundará em bênçãos - Pv 28:20  ;
     4.    Conhecer de perto se era verdade o que diziam sobre Salomão e sobre o que acontecia na cidade de Jerusalém – 1Rs 10.4-7.
          a.    É preciso que busquemos ao Senhor de tal maneira que muitas pessoas tenham vontade conhecer nossa congregação e conferir de perto o que o Senhor faz em nosso meio.
IV.          O QUE ELA LEVOU CONSIGO, DE JERUSALÉM? 
     1.    A boa impressão da organização da obra de Deus – 1Rs 10:5  ;
     2.    A convicção de que Israel era o povo escolhido e amado de Deus entre todas as nações da terra – 1Rs 10:9  ;
     3.    E, ainda levou lembranças e presentes – 1Rs 10:13  . 
V.           O QUE JESUS DISSE SOBRE A RAINHA DE SABÁ? 
     1.    Que no dia do juízo ela servirá de testemunha contra os contemporâneos de Cristo pois que viera de tão longe em uma viagem tão penosa e tão perigosa para se certificar do que ela havia ouvido sobre Salomão. Jesus disse ao povo que entre eles estava um que era mais que Salomão, incomparavelmente, e a Ele não deram crédito - Mt 12.39-42.
     Ø João 1:12 - Veio para os que eram seus e os seus não o receberam;
     3.    Nada justifica o que os judeus fizeram a Jesus. Não era necessário sinal nenhum. A unção e a sabedoria de Cristo eram inconfundíveis - Lc 4:22  ;  Mt 7:28  , 29 ;  Jo 4:41  , 42 ;  Jo 7:44  - 47 .   
                                                                                                                       
Em Cristo, Sandoval Juliano - 05 de julho de 2009.

Fonte:www.sandovaljuliano.com.br/ 


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Elias, um profeta humilde e determinado

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Elias, cujo nome significa “Jeová é Deus” foi chamado por Deus para o ministério profético, em um dos piores períodos da história de Israel. Período este, marcado por crise, fome, miséria, corrupção e apostasia. Mas, em meio à crise moral, social e espiritual, Deus pôde contar com a coragem e a determinação de Elias, para ser seu porta-voz.

Elias foi profeta do Reino do Norte, nos reinados de Acabe e do seu filho Acazias. Ele desafiou o povo a fazer uma escolha definitiva entre seguir a Deus ou a Baal. Os israelitas achavam que podiam adorar o Deus verdadeiro e ao mesmo tempo adorar a Baal. Eles tinham o coração dividido e por esta razão queriam servir a dois senhores. Jesus, durante o seu ministério terreno advertiu contra essa atitude fatal: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro” (Mt 6:24). 

I – QUEM ERA ELIAS
O mais famoso e dramático dos profeta de Israel;
  • Foi contermporâneo de Acabe, Jezabel, Acazias, Obadias, Jeú e Aazael;
  • Predisse o início e o fim de uma seca de três anos e meio (I Rs 17.1; 18.44);
  • Fugiu da presença de Acabe e foi sustentado pelos corvos e por uma pobre viúva (I Rs 17.1-6; 8-16);
  • Foi usado por Deus para ressuscitar uma criança (I Rs 17.22);
  • Desafiou os profetas de Baal no Monte Carmelo (I Rs 18.22-45);
  • Ameaçado de morte, fugiu com medo de Jezabel e desejou a morte (I Rs 19.4);
  • Caminhou 40 dias 40 noites, após ser alimentado com pão e água, trazidos por um anjo (I Rs 19.8);
  • Ao chegar em Horebe, esconde-se em uma caverna, onde tem um encontro com Deus (I Rs 19.12);Unge Elizeu como seu sucessor (I Rs 19.15,21);
  • Foi levado ao céu em um redemoinho (II Rs 2.11)
  • A história de Elias está registrada em I Rs 17.1 até II Rs 2.11.
Sua terra e sua gente.
O relato sobre a vida do profeta Elias inicia-se com uma declaração sobre a sua terra e seu povo: “Então, Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade” (1 Rs 17.1). Estas palavras põem no cenário bíblico uma das maiores figuras do movimento profético. Elias era de Tisbe, um lugarejo situado na região de Gileade e a leste do rio Jordão. Esse lugar não aparece em outras passagens bíblicas, mas é citado somente no contexto do profeta Elias (1 Rs 21.17; 2 Rs 1.3,8; 9.36). Elias se tornou muito maior do que o meio no qual vivia. Na verdade, não foi Tisbe que deu nome a Elias, mas foi Elias que colocou Tisbe no mapa!

Davi, Pedro, Paulo, também construíram uma história cheia de sentido e significância. Todos nós deveríamos imitá-los e viver de tal modo que a nossa história se tornasse um testemunho para a posteridade. 

II – CONTEXTO POLÍTICO E RELIGIOSO DO TEMPO DE ELIAS

1. Era um período de sucessão de reis ímpios: Nos dias de Elias, Israel estava sendo governado por reis maus e idólatras. A Bíblia diz que Onri “… fez o que era mau aos olhos do Senhor; e fez pior do que todos quantos foram antes dele” (I Rs 16.25,26). Quando Onri morreu, em seu lugar reinou seu filho Acabe (I Rs 16.28), que teve a capacidade de fazer pior do que todos os reis que lhe antecederam. A Bíblia diz acerca de Acabe: E fez Acabe, filho de Onri, o que era mau aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele… (I Rs 16.30,31). 

2. Era um período de idolatria: O rei Acabe destaca-se nas Escrituras como um rei idólatra, pois ele andou nos caminhos de Jeroboão (I Rs 16.31); serviu a Baal e o adorou (I Rs 16.31); conduzindo toda a nação à idolatria. Como se não bastasse, Acabe casou-se com Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; casamento este, jamais aprovado por Deus. Tudo isto fez Israel mergulhar no mais profundo paganismo, sem nenhuma pretenção de preservar o culto a Jeová, tornando-se uma nação idólatra e pagã, como as demais nações. 

3. Era um período de crise: Quando Acabe, influenciado por sua esposa Jezabel, substituiu o culto à Jeová pela adoração à Baal (I Rs 16.31-33), Elias apareceu repentinamente perante o rei para anunciar a ausência de chuva e orvalho sobre a terra (I Rs 17.1). Como a chuva é um dos principais elementos de sustentação da natureza, a falta dela provocou seca, fome e miséria. As Escrituras dizem que “… a fome era extrema em Samaria” (I Rs 18.2). Isto fez com que Acabe se irasse ainda mais com Elias, pois achava que ele era o culpado daquela calamidade. 

4. Era um período de inversão de valores: Em meio a crise e à miséria, o rei Acabe parece estar mais preocupado com os cavalos e as mulas do que com os súditos do seu reino; pois ele chama Obadias, e saem à procura de água para preservar a vida dos animais (I Rs 18.5,6). Possivelmente movido pelo desespero, o próprio Acabe sai à procura de água com Obadias, o que não era um fato comum, pois, como rei, ele podería apenas ordenar a seus servos que saíssem à procura de água. 

5. Era um período de idolatria e perseguição aos profetas: Jezabel, esposa do rei Acabe, ocupa o lugar de esposa mais ímpia da Bíblia. Além de controlar o seu esposo (I Rs 21.25), ela levou a nação de Israel a adorar seus deuses (I Rs 18.19,20). Como se não bastasse, intentou matar a todos os profetas do Senhor (I Rs 18.4). Foi nessa ocasião que Obadias, um homem temente a Deus e servo do rei Acabe (possivelmente um mordomo ou camareiro do palácio), conseguiu esconder cem profetas do Senhor e os sustentou com pão e água, pondo em risco a sua própria vida, pois, caso fosse descoberto, tanto ele como os cem profetas, seriam mortos à mando de Jezabel. 

6. Era um período de abuso de poder: No capítulo 21 de I Rs, está registrado que Acabe desejou adiquirir uma vinha que pertencia a Nabote. Como Nabote recusou-se vender a sua vinha para Acabe, Jezabel enviou cartas aos anciãos e aos nobres da cidade, com o selo do rei (como se estivesse sido escritas por ele), e mandou colocar duas falsas testemunhas contra Nabote, acusando-o de blasfêmia contra Deus e contra o rei, e, depois, o apedrejassem; fazendo com que seu marido possuisse a vinha que pertencia a Nabote (I Rs 21.1-16), numa demonstração de que, tanto Acabe como sua esposa Jezabel, eram capazes de fazer qualquer coisa para conseguir seus objetivos, até mesmo, mandar matar pessoas inocentes.É em meio a essa crise social, moral e espiritual, Deus levanta o profeta Elias para combater o pecado, proclamar o juizo e chamar o povo ao arrependimento. 

III – PRINCIPAIS VIRTUDES DO CARÁTER DE ELIAS 
São muitas as virtudes que as Escrituras registram sobre a vida deste destemido profeta: 

1. Elias aprendeu a confiar em Deus: Profetizar no tempo de Elias não era uma tarefa fácil. Era colocar a sua própria vida em risco (I Rs 18.4). E Elias foi chamado para profetizar exatamente contra aqueles que tinham o poder nas mãos: o rei Acabe e sua ímpia esposa, Jezabel. Mas Elias não vacilou: Profetizou a falta de chuva e de orvalho (I Rs 17.1); combateu o pecado de Acabe, chamando-o de perturbador de Israel (I Rs 18.18); desafiou os profetas de Baal (I Rs 18.22-40) e predisse a morte do rei Acabe e de sua esposa Jezabel (I Rs 22.17-24). Somente uma confiança inabalável em Deus poderia levar um homem a profetizar naqueles dias. 

2. Elias aprendeu a depender de Deus: Ao contrário do que muita gente pensa, depender de Deus não é uma tarefa fácil. É preciso ter fé. A trajetória de Elias nos ensina isto: ora bebendo água de um ribeiro e se alimentando de pão e carne trazidos pelos corvos (I Rs 17.1-6); ora sendo sustentado por uma pobre viúva (I Rs 17.8-16); ora alimentando-se de pão e água trazidos por um anjo (I Rs 19.5-7). Com certeza, a confiança de Elias não estava depositada nos corvos, nem na viúva, nem mesmo no anjo, e sim, no Jeová Jireh, o Senhor que provê. 

4. Elias aprendeu a se fortalecer em Deus: Quando Elias foi ameaçado por Jezabel, após a morte dos profetas de Baal, perdeu o ânimo e desejou a morte (I Rs 19.4). Parecia o fim da jornada daquele destemido profeta. No entanto, Deus envia um anjo para lhe dar pão e água (I Rs 19.5-7). Com a força daquela comida, Elias caminhou quarenta dias e quarenta noites até chegar à Horebe (I Rs 19.8). Ao chegar em Horebe, ele esconde-se em uma caverna, onde tem um encontro com Deus, que lhe fala numa voz mansa e delicada (I Rs 19.12). Sua forças, então, são renovadas, fazendo com que ele saísse daquela caverna e executasse os propósitos divinos (I Rs 19.15-21).  

3. Elias aprendeu a ter intimidade com Deus: O ministério de Elias não foi marcado apenas por profecias, mas também, por muitos milagres, tais como: multiplicação de azeite e farinha (I Rs 17.16); ressurreição (I Rs 17.22); fogo no altar (I Rs 18.16-46); morte dos soldados do rei Acazias (II Rs 1.9-14); divisão do rio Jordão (II Rs 2.8). Todos estes milagres demonstram claramente que Elias era um homem que vivia em íntima comunuhão com Deus. A maior prova disto é que, semelhante a Enoque, Deus o tomou para si (II Rs 2.11,12). 

CONCLUSÃO
O ministério de Elias foi marcado por profecias, milagres, desafios e muitas experiências com Deus. Porém, o acontecimento mais notável na vida do profeta Elias não foi profetizar a falta de chuva, nem desafiar os profetas de Baal, nem ressuscitar o filho da viúva. Sem dúvidas, o fato mais notável foi quando lhe apareceram cavalos e carros de fogo e, em um redemoinho, ele foi levado ao céu (II Rs 2.11).

FONTE: www.ensinodominical.com.br 
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Bartimeu, o cego de Jericó

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Mc 10.46-53 A cura do cego Bartimeu acontece no último ano do ministério de Jesus, o que nos deixa uma sensação de que seria naquela época ou nunca. 

Quem era Bartimeu? O Que tinha Bartimeu? Uma capa surrada e um amigo também cego, colega de profissão. Dois mendigos. Naquele local Bartimeu era muito conhecido. Era o ponto que esmolava. Imagino quão sofrida não deve ser a vida de um cego, de um pedinte. Somos descriminados por nossas deficiências.

Não sabemos o seu nome Bartimeu, como o texto mostra era filho de Timeu, e o nome Bartimeu vem da junção do sufixo BAR que indica filho de . Diz-se que Timeu foi um General que servia a Israel no destacamento de Betel e que ao aposentar-se se tornou um bem sucedido na região. Quando o domínio do Império Romano aconteceu seus bens foram confiscados, o soldo da aposentadoria cortado.

Tornou-se um revoltoso. Liderou várias sedições e que se moviam na direção de desestabilizar o governo romano na região. Identificado pelo império Romano como uma pessoa perigosa aos seus objetivos, Timeu foi perseguido, preso e morto crucificado por causa das suas sedições. Mandaram arrancar os olhos de Bartimeu após a morte de seu pai para evitar que se tornasse um revoltoso ainda mais perigoso do que foi seu pai.

Naquela época era comum a crucificação de um grande número de pessoas que prejudicassem a ordem e o governo do império opressor. Como também era comum eliminar os filhos homens ou torná-los deficientes para que não seguissem o exemplo de seus pais. Tanto melhor se deixassem vivos com alguma deficiência porque seriam um verdadeiro outdoor ambulante avisando “não sigam o exemplo de Timeu. Vejam o que aconteceu a ele e a seu filho.” Finalmente que agora você conhece um pouco melhor quem era o cego Bartimeu, Vejamos porque ele foi curado. 

(1) Ele não se revoltou com a situação Sabemos que os filhos herdam a natureza e toma as dores dos pais. Ele tinha todas as potencialidades possíveis para se tornar um amargo revoltado. Seu pai quisera vencer o império sozinho e fora sacrificado por isto. Timeu não soube esperar o tempo certo e a forma correta das coisas acontecerem. Destruiu sua vida e complicou a de toda sua família. Bartimeu estava pagando por um erro que não era seu. Como José, que inexperiente estava pagando um preço enorme por ter contado o que Deus deu ao seu coração a seu pai.

A conversa chegou aos ouvidos dos irmãos e a saga do seu sofrimento deu início. Bartimeu estava pagando um alto preço pelos erros de seu pai, mais não há indícios de que vivesse choramingando pelos quatro cantos de Jerusalém, não há indícios de que ele tivesse se revoltado contra Deus como muitos fazem quando a vida não lhe parece justa. Bartimeu resolveu ir à luta. Não podia muito, mais o pouco que podia fazia. Para manter sua família o único recurso que lhe sobrara foi mendigar mais isto ele fazia com regularidade e eficiência. Salmo 34.4-6 diz “No dia que comecei a ficar deprimido, busquei ao Senhor, e ele livrou-me de todos os meus temores. O Senhor ouviu este pobre, livrou-me de todas as minhas angustias”. 

Gosto da palavra TODAS. Deus não livrou de algumas, de várias ou de uma. Deus livrou de todas. Aleluia! Lá estava Bartimeu bradando e clamando também. 

(2) Ele não se isolou Muitos ao enfrentar crises se isola dos amigos, da sociedade, se enclausuram do mosteiro da comiseração e da auto-piedade. Quem tem problemas fica tendencioso ao isolamento.

Quem sofre de alguma deficiência se sente descriminado pela vida e fatalmente cai em depressão. Este homem era diferente, ele chamou outro deficiente e sob a sua influência estavam os dois ali no dia que Jesus passou. Jesus nos ensinou um princípio lindo acerca de unidade no sofrimento: “Onde dois ou três se reunirem em meu nome, lá estarei eu no meio deles” (MT 18.20). Meu irmão a luta é feroz, a batalha é cruel, chame outras pessoas para estar com você. Comecem a clamar juntos, Jesus vai aparecer e o milagre vai acontecer. Isto não é chavão, é padrão Bíblico para o cristão. Daniel se viu em aperto, logo chamou Hananias, Misael e Azarias para orar (Dn 2.16-19). Jesus quando se viu em aperto não se isolou, chamou seus discípulos para orar com ele. Jesus os levou consigo para aumentar o coro do clamor. 

(3) Ele não se importou se o seu caso era pior que o do amigo Seu amigo também era cego, mais pelo menos ainda tinha os globos oculares. Sua situação mais difícil poderia afetar sua fé. Mais Bartimeu de alguma forma parecia entender que o problema quanto mais difícil é melhor para Deus.

Nabucodonosor em apuros chama Daniel: “Daniel, príncipe de Deus, eu sei que há em ti um espírito excelente, o espírito dos Deuses e que nada para ti é difícil.” Dn4. 4,5,8-9. Paulo nos ensinou: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”. Fp 4.13. 

 (4) Ele vivia informado Tudo que Bartimeu conhecia agora eram vozes. Vozes de que lhe dava um pão, de que lhe oferecia uma moeda. Vozes de um romano que passando praguejava: “Bem feito filho de Timeu! Quem mandou seu pai provocar o império, quem mandou levantar sedições?” Quando estas coisas acontecem só a palavra nos conforta, sustenta e levanta. Na época de Bartimeu a palavra havia descido a terra e estava habitando entre os homens.

Disseram Jesus de Nazaré vai passando. Era o verbo, a palavra, o filho do próprio Deus. Era cego mais não era desinformado. Logo identificou a preciosidade daquela oportunidade e começou a clamar. De alguma forma sentiu que aquela era a chance da sua vida, Concebeu a possibilidade de ser alcançado com a cura, Não ficou questionando as dificuldades, a falta do globo ocular. Salmo 33.6 diz “Os céus se fizeram por sua palavra”. Salmo 107.20 diz: “Enviou sua palavra e os sarou, e os livrou da destruição.”

O poder da palavra de Jesus é tremendo: Sl 147. 8-9 diz que “Ele sustenta o inverso com sua palavra, é ele quem cobre o céu de nuvem, é ele quem dá a chuva que faz produzir as árvores, que dá aos animais o seu sustento”. Sl 147.18 “É ele quem fortalece o ferrolho da sua porta para que o inimigo não te ataque”. Sl 147.20 diz “Porém não faz assim com nenhuma outra nação, pois suas palavras só funcionam com os seus eleitos”. O centurião disse a Jesus: “Dizei-me uma palavra e o meu rapaz sarará” (MT. 8.8). 

(5) Clamar, Clamar e Clamar O Coração do Senhor se derrete ante ao clamor do seu povo. Ele disse a Moisés, “eu ouvi o clamor do meu povo”. Os filhos de Israel gemiam pela escravidão egípcia, e por causa dela clamaram. O clamor daquele povo subiu ao Senhor (Ex2. 23). Ex 3.9 “Se alguém te afligir e clamares a mim ouvirei o teu clamor”. SM 22.7 “Na minha angústia clamei ao Senhor e ele do seu templo me ouviu”. Bartimeu agora não era um cego que esmolava, mais um cego que clamava. Jesus ao curar Bartimeu: Comprou uma briga com o Império Romano Não podemos esquecer que sua cegueira havia sido provocada por juízo e castigo pelos erros de seu pai.

Ouvindo aquele clamor, Jesus chama Bartimeu. Se aproxime filho. Bartimeu deixa a capa, a capa do pecado, a capa da cegueira espiritual, a capa da revolta, a capa da exclusão social, a capa da maldição hereditária (Mc 10.50). Jesus pergunta: “Que queres que eu te faça?” “Mestre que eu veja”. “Vai, tem bom ânimo, levanta!” Mc 10.52 E logo viu e seguia a Jesus pelo caminho”.

Fonte: www.cleiditongqm.wordpress.com
Escrito Por Marco Delmo
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ASAFE, O HOMEM DE QUEM DEUS SE APODEROU

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I Cro. 25:2, 6, 9   - CAPÍTULO 25
1  E DAVI, juntamente com os capitães do exército, separou para o ministério os filhos de Asafe, e de Hemã, e de Jedutum, para profetizarem com harpas, com címbalos, e com saltérios; e este foi o número dos homens aptos para a obra do seu ministério:
2  Dos filhos de Asafe: Zacur, José, Netanias, e Asarela, filhos de Asafe; a cargo de Asafe, que profetizava debaixo das ordens do rei Davi.

6  Todos estes estavam sob a direção de seu pai, para a música da casa do SENHOR, com saltérios, címbalos e harpas, para o ministério da casa de Deus; e Asafe, Jedutum, e Hemã, estavam sob as ordens do rei.

7  E era o número deles, juntamente com seus irmãos instruídos no canto ao SENHOR, todos eles mestres, duzentos e oitenta e oito.

9  Saiu, pois, a primeira sorte a Asafe, a saber a José; a segunda a Gedalias; e ele, e seus irmãos, e seus filhos, ao todo eram doze.

Quem foi Asafe?
Asafe significa "é Deus quem faz, é Deus quem está no controle de todas as coisas."


Asafe estava aproximadamente com 65 anos de idade
Era um homem que experimentava comumente a presença de Deus, era acostumado a entrar no Santíssimo lugar, estava consolidado acerca dos feitos e das maravilhas de Deus, um homem fiel, conhecido como o cantor mor do rei Davi.

Compôs 12 Salmos de caráter profético.

Asafe havia nascido na tribo sacerdotal de Levi, o que significava que estava destinado a ministrar na presença de Deus durante toda sua vida.

Na época do seu nascimento, o interesse nacional pelas coisas espirituais estava num ponto baixíssimo devido à apostasia de Saul, que reinava em Israel.

Quando Davi tornou-se rei, conduziu o povo a um reavivamento espiritual, levando a arca da aliança de volta a Jerusalém. Ela tinha sido colocada dentro dos muros de Sião; na tenda que a abrigava, erguia-se um louvor desinibido, um culto espontâneo a Deus.
            As orações de centenas de israelitas piedosos, que intercederam durante os dias negros de Saul, alcançaram respostas que ultrapassavam os sonhos mais fantasiosos.

Davi era o instrumento através do qual Deus haveria de trazer um reavivamento jamais visto antes. Os que conheciam as Escrituras lembravam-se dos dias de Moisés, quando Miriã conduziu a nação inteira no cântico e nas danças, em adoração a Deus, às margens do mar Vermelho.

Asafe foi um dos levitas mais prósperos, porque ele era um reivindicador de bênçãos espirituais. Buscava sempre bênçãos espirituais e assim Deus lhe acrescentava muita prosperidade.
A Bíblia o chama de vidente que significa aquele que vê no reino do espírito.
Ele não era apenas um levita que cantava, mas também um levita que profetizava, porque no seu caráter desde o seu nascimento já estava impregnado que ele era separado para a obra de Deus.
A Bíblia o chama de vidente que significa aquele que vê no reino do espírito.
Ele não era apenas um levita que cantava, mas também um levita que profetizava, porque no seu caráter desde o seu nascimento já estava impregnado que ele era separado para a obra de Deus. Isso fez de Asafe um levita de muito êxito.

Mesmo um homem como Asafe passa pelos dias da Angustia, da tribulação ou por que não dizer pelos espinhos na carne, o diabo começa com as suas sugestões e nos apresenta a vida dos ímpios que prosperam mais... e porque você está contaminado, começa a acreditar nas mentiras do diabo. Mas, hoje você precisa entender que esse sentimento não é um privilégio de fracos, mas que os homens mais fiéis e consagrados podem ter a visitação do mal e podem um dia olhar na direção errada.

Essa foi a sensação de Asafe. Durante toda a vida ele creu na bondade de Deus para com os homens de coração limpo. Mas próximo dos seus 65 anos, subitamente ele começou a colocar essa convicção em dúvida e pressentiu o limiar da apostasia.

Ele acorda de súbito e percebe que os ímpios não entram no santuário de Deus e que eles sempre estão em lugares escorregadios e caem em destruição.

A adoração sem inibições a Deus exigia todas as emoções e esforços físicos. Os enormes corais e orquestras moviam a alma na direção de Deus, havendo momentos em que tempo e espaço pareciam tragados pela eternidade.

Entretanto, a profunda sensação da presença de Deus não podia ser confundida com a experiência de conhecê-lo num relacionamento de aliança.

Deus ordenara os corais e a música, não, porém, como substitutos do conhecimento do próprio Deus... Eram apenas expressão do relacionamento com Ele.

            O louvor não é uma droga celestial destinada a amortecer a dor desta vida. Visto que conhecemos nosso Deus, nós o louvamos até em meio das tristezas cotidianas.

            Asafe, companheiro de Davi, homem que conduzia a nação no louvor, no ápice de sua vida espiritual esgotou-se espiritualmente. Exauriu-se.

            "Conta-se uma  história que no dia em que o rei Davi estava trazendo a Arca de volta para Jerusalém para sua cidade de origem Asafe era apenas uma criança quando esteve naquela festa, pois bem, a festa estava linda, as pessoas pararam tudo para receberem a Arca que simbolizava a presença de Deus e em meio a toda aquela multidão o pequeno Asafe se deleitava na presença de Deus, o rei Davi vinha á frente dançando na presença de Deus com todas as suas forças e o povo de Israel estava em festa. Derepente, o pequeno Asafe que estava no meio da multidão não se contenta em apenas ver a Arca de longe, ele queria algo mais, pois tinha fome e sede por mais de Deus, não se contentava em adorar de longe queria estar mais perto possível de Deus a quem ele tanto amava. E diz a história que no meio da festa Asafe fura o bloqueio de guardas que faziam a escolta do rei Davi e da Arca e ele corre para mais perto e se joga nos braços do rei e juntamente com ele começa a dançar e a celebrar na presença de Deus, e naquele momento Asafe recebe da parte de Deus e por intermédio do rei Davi a unção de adorador e desde aquele dia em diante o seu nome passou a ser literalmente: Deus dele se apoderou!!! O tempo passou, Asafe cresceu e então Davi decide construir um tabernáculo para colocar a Arca de Deus, um lugar onde presença de Deus estaria para sempre. Davi se foi e seu filho Salomão reinou em seu lugar e anos mais tarde conclui a construção do templo e marcou uma data para a consagração e inauguração, a esta altura Asafe já não era mais um jovem ele era agora um senhor de aproximadamente 65 anos de idade, casado, pai de dois filhos, morava em uma humilde casinha de madeira onde as ruas eram de terra e a vida era precária. Ele já não ministrava mais louvores a Deus pois em Israel havia um costume de que a certa altura da vida os levitas mais velhos eram aposentados de suas funçoes, dando espaço para os mais novos, Asafe estava aposentado mas o seu coração ainda ardia pela presença de Deus. Seu instrumento musical, suas vestes de linho fino estavam guardadas em uma caixa uma espécie de baú, e na madrugada por diversas vezes enquanto todos estavam dormindo aquele velho levita abria a caixa com cuidado para que ninguém acordasse e como num abrir e fechar de olhos ele voltava no tempo e lembrava das vezes em que ele conduzia a multidão festiva, lembrava de como ele ministrava o louvor e de como a glória de Deus era real. Em uma destas madrugadas cheias de nostalgia Asafe vestiu de novo as suas roupas de linho fino que ele havia ganhado das mãos do próprio rei Davi e tirou a poeira de seu instrumento que ele havia por anos tocado, abriu as janelas de sua casa e começou a adorar com toda as suas forças ao Rei, não cantou nenhuma de suas cançoes, visto que ele era um compositor execelente, mas cantou uma canção que havia sido composta pelos fihos de Corá, um Salmo que embora não fosse de sua autoria naquele exato momento expressava toda a sua dor e todo clamor que havia na sua alma e ele cantou assim: “Assim como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus? As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, enquanto me dizem constantemente: Onde está o teu Deus? Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a multidão. Fui com eles à casa de Deus, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava. Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face. Ó meu Deus, dentro de mim a minha alma está abatida; por isso lembro-me de ti desde a terra do Jordão, e desde os hermonitas, desde o pequeno monte. Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas catadupas; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado sobre mim. Contudo o SENHOR mandará a sua misericórdia de dia, e de noite a sua canção estará comigo, uma oração ao Deus da minha vida. Direi a Deus, minha rocha: Por que te esqueceste de mim? Por que ando lamentando por causa da opressão do inimigo? Com ferida mortal em meus ossos me afrontam os meus adversários, quando todo dia me dizem: Onde está o teu Deus? Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face, e o meu Deus” ( Salmos 42:1-11). As lágrimas rolaram pela face de Asafe, o seu coração estava derramado na presença de Deus e depois de ministrar esta canção ele tirou as suas roupas de festa, guardou seu instrumento e foi dormir. No dia, seguinte bem cedinho, Asafe foi acordado as gritos pela sua esposa, ele se levantou da cama ainda meio sonolento e sem entender ao certo o que estava acontecendo foi até a sala de sua casa, ainda trajando roupas de dormir e com os olhos inchados e meio abertos, um mensageiro trajando roupas reais veio até a sua casa com uma carta em mãos assinada pelo rei e endereçada para Asafe. Sem delongas o mensageiro se apresenta, diz que foi enviado pelo próprio rei Salomão e entrega nas mãos de Asafe a carta, eles se despedem e então Asafe senta-se junto com sua esposa e seus filhos para lerem a misteriósa carta do rei. Nela estava escrito assim: “ Querido Asafe, que Deus, o Todo-poderoso o abençoe. Davi, o meu pai, reinou com integridade, justiça e sabedoria sobre todo o povo de Israel, e acima de tudo ele sempre buscava a presença de Deus pois amava ao Senhor de todo coração e por ser dedicado á Deus sempre teve em sua vida muitas e incontáveis vitórias. Ele queria construir um templo como você bem sabe, e se empenhou neste projeto com amor e dedicação, fez a planta, arrecadou fundos para a construção e sonhou com o dia em que o seu sonho seria realizado. Mas Deus desejou que as coisas acontecessem de outra forma e não permitiu que ele construisse esta obra, mas o orientou que o seu filho, Salomão, construisse o templo. Muitos anos se passaram, meu pai já se foi e a obra como era da vontade de Deus tinha que ser concluída por minhas mãos e sendo obediente a vontade de Deus construi o templo seguindo a risca todas as orientaçoes que meu pai deixou. A obra está pronta e precisa ser inaugurada logo, pois Deus tem pressa de habitar entre nós. Por isso venho por meio desta carta lhe fazer um convite muito especial: quero que você Asafe ministre o louvor na inauguração do templo e mais que isso: quero que você seja o regente, o maestro da orquestra de levitas e gostaria de pedir que você componha uma canção especial para a ocasião; uma canção que traga a presença de Deus para junto de nós. Espero ve-lo na inauguração e sei que posso contar com você. Atenciosamente: Salomão, filho de Davi, rei de Israel”. Os olhos de Asafe ficaram completamente molhados, seu coração bateu mais forte do que nunca, sua esposa e filhos choraram de emoção e compartilharam de sua alegria a glória de Deus encheu aquela humilde, porém, especial casa. Asafe já não era mais um velho levita aposentado e esquecido pelas pessoas ele havia recebido um convite do próprio rei para ministrar na festa mais importante que Israel já havia celebrado. Deus naquele momento falava ao coração de Asafe que havia ouvido a sua adoração naquela madrugada e que jamais havia lhe esquecido mas que o amava e que contava com ele em seu projeto na face da terra. A história de Asafe estava apenas começando. ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Asafe)

Ocupadíssimo todos os dias na organização do culto a Deus, as bases de Asafe certo tempo começaram a desmoronar.

É significativo que o Espírito Santo registre o testemunho que ele deu no Salmo 73, descrevendo como falhou e se recuperou.

Ressaltamos que Asafe era um adorador esplendoroso, um homem de profunda intimidade com Deus, firme em seu caráter de adorador, era um profeta. Podemos dizer que ele tinha muitos dos elementos da fidelidade: o caráter de um povo fiel.


            Ele relacionou o início de seus problemas com o dia em que começou a observar os ricos vizinhos incrédulos, cuja vida era opulenta. Eram prósperos materialmente, e pareciam não ter  qualquer preocupação neste mundo.

            Asafe fora criado sob a lei de Moisés, e embora, sob a influência de Davi, que a Biblia o referencia como "Hmem segundo o coração de Deus" e entendemos isso em todas as vezes que a Biblia relata o quebrantamento de seu coração, assim como também um homem de espírito sensivel. Uma hora o vemos Davi matando felisteus, amorreus, jebuseus e tantos outros inimigos e num momento seguinte  quem sabe lavando de suas mãos o sangue dos inimigos do Esército do Deus VIVO como ele gostava de referendar o Exercito de Israel, ele pegava sua Harpa e tirava um momento de Adoração ao Deus vivo. Buscava no fundo de sua alma uma canção com letras que alcançavam o Coração do Pai, e Asafe da mesma forma e  embora tivesse sido tocado pela graça de Deus e se movido na dimensão do Espírito, ele ainda se cingia aos velhos princípios da lei. Acreditava que sua fé, sua dedicação a Deus e sua obras o tornaram merecedor das bênçãos materiais do Senhor. A aliança seria uma fórmula de prosperidade para uma vida tranqüila.



Quando vem o desanimo
Desanimo segundo o dicionário Aurélio quer dizer falta de ânimo; desalento, abatimento. Fazer perder o ânimo, a coragem, a energia; desalentar.
Quando vc luta e parece que quanto mais luta vc enfrenta mais luta aparece

A oração intercessória / Quando oramos as “coisas” ficam paradas? / Não as coisas acontecem.

Jô orou no meio da tribulação  / Jesus orou antes de ser sacrificado
Moisés não se cansou de orar no meio do deserto.
A igreja orou e as celas foram abertas para Pedro.

Vc. Está orando? / Como está sua vida de oração? / Mas Deus não me houve?

IS 59:1 -  EIS que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir.
Vc. Já procurou de madrugada?
Pv. 8:17 – Eu amo aos que me amam, e os que me buscam, de madrugada me encontrarão.
IS 41:13 -  Porque eu, o SENHOR teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, eu te ajudo

Para teu elevo espiritual saiba que:
"Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais o Titanic."


Ne. 12:46

46  Porque já nos dias de Davi e Asafe, desde a antiguidade, havia chefes dos cantores, e dos cânticos de louvores e de ação de graças a Deus.


Ninguém melhor do que um levita, que é sensível, para expressar os conflitos da alma. Asafe era um expert em lidar com a alma. Porém, repentinamente, ele se encontra assaltado na sua fé.

Há um espírito demoníaco que é liberado sobre todos os que operam legitimamente no Reino de Deus. Vem um momento de ataque na nossa vida que parece que tudo não passa de um desperdício.

Olhamos ao nosso redor e parece que não importa o quanto estejamos trabalhando, nada acontece. Uns passam por uma guerra de finanças, outros enfrentam dificuldades em outras áreas. Isso é uma assolação e tentação para que você olhe e diga que não vale a pena ser fiel, servir a Deus, dizimar, ofertar, ler a Bíblia, ser líder de célula, trabalhar.

O diabo começa com as suas sugestões e nos apresenta a vida dos ímpios que prosperam mais... e porque você está contaminado, começa a acreditar nas mentiras do diabo.

Mas, hoje você precisa entender que esse sentimento não é um privilégio de fracos, mas que os homens mais fiéis e consagrados podem ter a visitação do mal e podem um dia olhar na direção errada.

Essa foi a sensação de Asafe.
Se você está percebendo que está em um caminho escorregadio, volte-se para Deus.
E você vai dizer: livrou-me de um charco de lama e pôs os meus pés em um lugar firme. Jogue a lama nos esgotos da vida e continue com Deus, pois Ele é fiel.


Os elementos que desmotivaram Asafe foram: o perfeito estado de saúde dos maus e a admiração pelo estilo de vida dos perversos. Mas, nesse momento, acontece algo que reverte todo esse quadro decadente na vida de Asafe. Ele acorda de súbito e percebe que os ímpios não entram no santuário de Deus e que eles sempre estão em lugares escorregadios e caem em destruição.

A entrada no santuário dissipa a crise: Na época de Asafe, para entrar no santuário, era necessário se deslocar. Hoje através de Jesus, Ele se move dentro de nós. Somos o santuário onde a glória de Deus habita.

Asafe precisava ir ao santuário, mas em Cristo o santuário veio até nós e fomos feitos santuários para que dia a dia digamos categoricamente: quanto a mim, eu estou em Deus e proclamarei todos os dias os Seus feitos.


"Designou alguns dos levitas para ministrarem
perante a arca do Senhor, para fazerem petições,
para louvarem e exaltarem ao Senhor
Deus de Israel: Asafe era o chefe... deviam tocar
os alaúdes e as harpas, Asafe devia fazer
ressoar os címbalos... Nesse mesmo dia Davi
entregou a Asafe e seus irmãos, pela primeira
vez, o seguinte Salmo de ações de graças ao
Senhor... Davi deixou a Asafe e seus irmãos
diante da arca da aliança do Senhor para
ministrarem ali continuamente, segundo se
ordenara para cada dia."   (I Crônicas 16:4,5,7,37)

            Sem dúvida, Asafe eram homem dotado de grandes dons espirituais, e de grande potencial, ungido pelo Espírito a fim de conduzir o povo no louvor. Com o passar dos anos, ele haveria de escrever alguns salmos, e, muitos anos após sua morte, seria lembrado pelo título profético de "vidente" (2 Crônicas 29:30).

           
            Quando Asafe entrava naquele lugar (como fez todos os dias de sua vida, no desempenho de suas obrigações sacerdotais), tornava-se consciente da Pessoa que morava no santuário. Ele não se aproximava de um edifício, mas da Pessoa que dava importância ao edifício. Vinha diretamente à Resposta, em vez de buscar um livro de fórmulas e respostas.
           
            Asafe descobriu em seu encontro com Deus no santuário que a verdadeira prosperidade inicia-se com um relacionamento com Deus.

"A quem tenho eu no céu senão a ti? E na terra não há quem eu deseje além de ti. A minha carne e o meu coração desfalecem, mas Deus é a fortaleza do meu coração".   (Salmo 73:25,26)



IS 58:9 -  Então clamarás, e o SENHOR te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;
IS 58:10 -  E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.
IS 58:11 -  E o SENHOR te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam.
IS 58:12 -  E os que de ti procederem edificarão as antigas ruínas; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar.

"Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e será chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável."

Graça e Paz a todos.
Fonte: http://josiasrodrigues1970.blogspot.com.br/
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